Pensando a língua no uso social e emancipatório

Uma imersão na língua portuguesa. Esse pode ser o resumo do que foram os encontros promovidos pelo Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL/UPF): o 7º Seminário Nacional e o 1º Seminário Internacional de Língua e Literatura – Teoria e Ensino: Vozes, Linguagens, Contexto; o X Seminário de Ensino de Línguas Estrangeiras (Seles); e o VI Seminário de Ensino de Língua Materna (Selm).

Entre os dias 9 e 11 de outubro, no campus I da UPF, estudantes, professores e pesquisadores se integraram para comemorar os 15 anos do PPGL e abrir espaços de debate e conhecimento. Foi a primeira vez que os eventos ocorreram em um mesmo momento, com o objetivo de estreitar os laços entre a graduação e a pós-graduação. As áreas de Literatura, Leitura e Formação do Leitor e Linguística foram abordadas de diferentes formas e integradas ao pensar no ensino da língua materna e estrangeira, bem como seu uso de forma social e emancipatória do sujeito. Além das conferências principais, aconteceram mesas-redondas e sessões de comunicação.

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Fotos: Camila Guedes/Assessoria de Comunicação UPF

A conferência de abertura ficou por conta da professora Dra. Barbara Hlibowicka-Weglarz, diretora do Departamento de Estudos Portugueses na Universidade Marie Curie Sklodowska (UMCS), em Lublin, na Polônia, que trouxe um pouco de como funciona o reduto da língua portuguesa em seu país.

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A professora Dra. Barbara Hlibowicka-Weglarz, de Lublin, na Polônia, em sua conferência na primeira noite do seminário.

Participaram ainda da programação a professora Dra. Teresa Moure (Universidade de Santiago de Compostela, Espanha); o  professor Dr. Jacyntho  Lins Brandão (Universidade Federal de Minas Gerais); a professora Dra. Vera Lúcia Lopes Cristovão (Universidade Estadual de Londrina), a professora Dra. Elaine Barros Indrusiak (Universidade Federal do Rio Grande do Sul); o escritor Ricardo Lisias, autor da obra “O diário da cadeia”; e a professora Dra. Mônica Magalhães Cavalcanti, da Universidade Federal do Ceará.

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