Eu me perdi, o perdi, perdi quase tudo já que o vento forte soprou.
Eu chorei, ri, refleti.
Como o vento era evidente, mais forças eu precisava para seguir meu caminho.
Já sofri acidentes e permaneci resiliente.
Até o dia em que encontrei o amor novamente.
E esse amor não exigia nada de mim, porque era espontâneo.
O amor ajudou a lidar com a dor.
Com amor, superei o rancor, o desamor.
E o que antes era considerado devastador agora é uma brisa leve.
E posso dizer que sinto o vento de esperança por um futuro melhor.
Escrito por Wesley Pinto Hoffmann, aluno do curso de Letras da UPF