O meu sangue borbulha,
E de repente vejo-me
Obrigado a raspar
Minhas raízes
Nessas paredes que me cercam.
O vermelho corre,
Lentamente
Para baixo
Enquanto mantenho-me
negociando minha alma.
O vermelho corre,
Lentamente
Para baixo
Enquanto agora, flutuo.
E então,
O vermelho,
O vermelho
Não mais corre
Para baixo,
Estaciona.
Enquanto suspenso
Desabrocho,
Murcho.
Incógnito até mesmo
Para os corvos.
Poemas escrito por Aldair Marins da Silva, graduando do curso de Filosofia da UPF