Meu nome andava borrado, como livro manchado de café, como escrita sem significado.
Ainda ouço os ecos de momentos passados, mas tinha esquecido como era ter meu nome suplicado.
Grito no escuro, gemido e uivo, retorna para mim não só o nome, mas também tua semântica.
E com o teu sentido parte da alma, que não é só conceito metafísico, é também traduzido em carinho, carinho no qual é aquecido na tua cama, para lembrar de despir a mente e no teu encontro nu novamente ser verdadeiro.
Então me clame mais uma vez.
por Guilherme Elias Pasqual
1º semestre de História, UPF