Sou a busca constante
A procura violenta
A falta desesperada
O espírito tentando retornar a um lugar que não está em lugar algum
A busca que me move
É que eu sou?
E se eu encontrar o que busco?
Ainda serei eu?
Mesmo assim, sou também oceano
Nada falta
Nada aprisiona
Tudo me transforma.
Por Liliane Aguiar Rossi,
Graduação em Geografia (UPF), Pós graduada em Educação Especial,
Mestranda em Educação (PPGedu/UPF)